Acupuntura estimula o corpo em tratamento de diversas doenças

Noticia publicada no Jornal da Manha.

Karla Chebel destaca que na gestação a acupuntura alivia depressão, náuseas, azia, insônia e dores nas costas

Estudos vêm demonstrando resultados positivos da acupuntura no controle e tratamento de doenças. Isto porque a técnica, que trabalha com estímulos em determinadas regiões do corpo através da aplicação de agulhas especiais, obtém respostas que agem diretamente no sistema nervoso. As agulhas disparam impulsos que viajam pela rede nervosa até provocar reações no cérebro.

A fisioterapeuta estética Karla Chebel explica que esse mecanismo é imediato, pois, ao interferir diretamente no cérebro, obtém efeitos mais duradouros. “A técnica atua sobre a musculatura, ajudando-a a relaxar, e incita na medula a produção de substâncias que inibem a passagem dos impulsos dolorosos. No cérebro, a acupuntura induz à liberação de neurotransmissores com função analgésica e de bem-estar”, esclarece.

Recente experiência, realizada na Universidade Kyung Hee, na Coreia do Sul, com ratos que sofreram lesões na coluna vertebral, demonstra que os animais submetidos à acupuntura se recuperaram mais rapidamente e voltaram a andar mais cedo do que aqueles submetidos a outros tipos de tratamento. “Além disso, a acupuntura coibiu inflamações e impediu a destruição progressiva de células nervosas da coluna. É esse poder anti-inflamatório, aliás, que garante à terapia lugar de destaque no combate à asma e às mais diversas dores crônicas. Outra virtude da técnica é equilibrar as emoções, como a ansiedade e o desânimo, e reforçar o tratamento contra vícios. Ao modular a ação da dopamina, um neurotransmissor ligado ao prazer, o método ajuda a suprir a necessidade da droga. As agulhas auxiliam até mesmo a reduzir a compulsão por comida, sendo coadjuvante no tratamento da obesidade”, alerta Karla.

Na Inglaterra, segundo a fisioterapeuta estética, equipe da Universidade de York acaba de exibir, por meio de imagens de ressonância magnética, que uma espetada da fina agulha de acupuntura em um ponto da mão reduz a atividade de áreas do cérebro que regem a percepção da dor. “Durante a gestação, a acupuntura alivia a depressão e minimiza as náuseas, a azia, a insônia e as dores nas costas. Porém, a acupuntura é indicada a pessoas de todas as idades como tratamento complementar ou para o alívio de alergia, asma, dor de cabeça e nas costas, doenças das articulações, hipertensão, fibromialgia, dores musculares, gastrite e refluxo, síndrome do intestino irritável, constipação, tensão pré-menstrual e menopausa, endometriose, depressão e ansiedade, gravidez, sequelas de derrame, doenças da pele, insônia, distúrbios hormonais e efeitos colaterais da quimioterapia”, completa Karla Chebel.

Noticia disponível em http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SAUDE,93908

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A Potência da Acupuntura

Esta matéria foi publicada no site da Revista Istoé e é muito interessante, pois mostra as diversas faces da acupuntura.

Novas pesquisas comprovam a eficiência das agulhas em um conjunto de doenças muito maior do que se imaginava. Seus benefícios se estendem do tratamento de enfermidades como depressão e obesidade a tratamentos de beleza

Cilene Pereira (cilene@istoe.com.br) e Mônica Tarantino (monica@istoe.com.br) 

A acupuntura já se consagrou como método eficiente para aliviar dores. Agora, embasada por sólidas pesquisas científicas realizadas em todo o mundo, suas aplicações começam a se expandir. A prática é usada contra doenças como a depressão, na recuperação de sequelas de acidente vascular cerebral e até em procedimentos de beleza. O avanço do método, nascido na China, em terras ocidentais é consequência de algumas transformações ocorridas nos últimos anos. A primeira foi a demanda crescente por técnicas que melhoram a saúde sem a necessidade de se recorrer a remédios. A acupuntura se ajusta perfeitamente nesse quesito. A segunda deve-se ao fato de que a medicina finalmente encontrou meios de avaliar com mais refinamento científico o efeito das agulhas no organismo. Hoje, os cientistas estão recorrendo a testes moleculares e ao que há de mais avançado em tecnologia diagnóstica, como os exames de imagem (a exemplo da ressonância magnética funcional, que permite ver o cérebro em movimento), para obter respostas.

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As pesquisas se dividem em duas grandes áreas. Uma mensura o impacto da técnica no alívio dos desconfortos associados a diversas doenças. Outra elucida os mecanismos neurofisiológicos por meio dos quais a inserção das agulhas em pontos específicos promoveria os benefícios. “Dessa abordagem estão surgindo dados que descrevem como a técnica funciona, incentivando a ampliação das situações às quais ela comprovadamente se aplica”, diz o clínico-geral Alexandre Yoshizumi, presidente do Colégio Médico de Acupuntura de São Paulo. Ele participou de um estudo sobre dor lombar conduzido por Tatiana Hasegawa e orientado pelo médico Jamil Natour, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que foi publicado na prestigiosa revista científica “British Medical Journal”.

Respaldada nesses achados, a acupuntura se firma em áreas fora de sua terra natal, nas quais não se cogitava sua participação. Uma dessas atribuições mais originais é o auxílio na regulação do funcionamento do sistema cardiovascular. “Estamos começando a compreender como a prática age na hipertensão e reduz problemas como a isquemia do miocárdio”, explica John Longhurst, da Universidade da Califórnia (Eua). Ele assina uma revisão de estudos experimentais sobre a utilização da técnica no combate de enfermidades cardíacas.

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A isquemia consiste na diminuição do afluxo de sangue numa parte do organismo, ocasionando consequente redução de oxigênio e de nutrientes na região. No caso citado por Longhurst, a isquemia afetou o miocárdio, o músculo do coração. O que se sabe é que a acupuntura promove um aumento na liberação de hormônios com poder de excitar ou inibir o ritmo de trabalho do sistema nervoso central. Isso pode incentivar a melhor irrigação sanguínea dos tecidos.

Outra análise, empreendida por acadêmicos chineses, examinou quatro importantes trabalhos sobre a prática e a hipertensão. Verificou-se que a acupuntura atua como coadjuvante e reduz a pressão em pacientes que tomam anti-hipertensivos, mas que, com os remédios, não obtêm mais progressos. Se pela medicina chinesa o efeito surge do reequilíbrio das energias yin e yang, a ciência ocidental indica que as agulhas influem positivamente no sistema renina-angiotensina (importante na regulação da pressão) e modulam a atividade endócrina, diminuindo a produção das substâncias aldosterona e angiotensina II. Os dois mecanismos estão na base do processo da hipertensão.

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Um impacto também comprovado mais recentemente ocorreu na recuperação de pacientes com sequelas motoras e cognitivas após acidentes vasculares cerebrais (AVC). “O método é eficaz nesses casos”, diz o médico Wu Tu Hsing, diretor do Centro de Acupuntura do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/SP). Hsing é responsável por um estudo publicado há pouco tempo sobre o tema. O médico selecionou 60 pacientes que haviam sofrido AVC e apresentavam dificuldade de movimento nas pernas. O grupo foi dividido em dois. Um recebeu a aplicação das agulhas. Outro foi submetido à acupuntura placebo (simula-se sua aplicação). A experiência durou dez semanas, com duas sessões semanais. “Os que foram tratados de verdade manifestaram melhora de 20% em relação aos outros”, informou o pesquisador. Hoje, o HC/SP – referência em pesquisa médica no País – oferece sessões do método para ajudar na recuperação de AVC. A rede de Reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo, também utiliza a prática como recurso complementar aos tratamentos convencionais.

Há um esforço imenso para descobrir as reações por trás da recuperação motora e de outras capacidades funcionais prejudicadas por causa de um AVC ou de uma paralisia cerebral – outra condição para a qual a prática demonstra benefícios. Uma das equipes empenhadas em esclarecer essas dúvidas é a da Universidade Bastyr (Eua). Lá, os cientistas criaram agulhas feitas de um material especial para avaliar as respostas cerebrais decorrentes da eletroacupuntura. Derivada da acupuntura tradicional, a técnica consiste na aplicação de corrente elétrica através das agulhas inseridas em pontos do corpo. As tais agulhas permitem que os cientistas investiguem os efeitos das descargas elétricas sem que haja interferência dos campos magnéticos de aparelhos de imagem que mostram o cérebro em funcionamento. “Encontramos a ferramenta certa para investigar. Isso possibilitará avanços e um grande número de estudos”, disse a pesquisadora Leanna Standish, que coordena o trabalho.mi_2388092300375994

O aprimoramento das pesquisas ajudará a pautar o uso da técnica na terapia das doenças mentais. Por ora, o que se tem são estudos que constatam associação proveitosa contra a depressão, de forma complementar aos remédios. Pesquisadores da Universidade Southern, na China, por exemplo, compararam a eficácia da eletroacupuntura combinada a um antidepressivo com a da terapia feita apenas com remédio. “A acupuntura acelera o início do efeito terapêutico da medicação contra sintomas depressivos, ansiosos e do transtorno obsessivo compulsivo”, disse Yong Huang, líder da pesquisa. O estudo saiu na revista científica “Neural Regeneration Research”.

Outra experiência, feita na Universidade de York, na Inglaterra, constatou que a prática pode ser tão eficaz na contenção dos sintomas quanto o aconselhamento psicológico. A conclusão foi obtida após a análise de 755 pacientes com depressão moderada e severa. “As pessoas que têm depressão, que tentaram várias opções médicas e que não estão obtendo benefícios deveriam tentar a acupuntura ou o aconselhamento como opções de ajuda que se mostraram agora clinicamente efetivas”, afirmou Hugh ­MacPherson, coordenador do estudo.

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Um experimento singular na área de doenças psiquiátricas também chama a atenção. A técnica foi empregada de forma pioneira no tratamento da esquizofrenia, enfermidade que até hoje representa um grande desafio para a medicina. A descrição do caso foi feita por pesquisadores da Radboud University Nijmegen, na Holanda. Os cientistas incluíram sessões de acupuntura às intervenções terapêuticas indicadas a uma mulher de 63 anos com esquizofrenia crônica. Entre outros sintomas, ela sofria de dores físicas em consequência de uma alucinação persistente sobre um pássaro preto que a bicava sem parar. Ao final de três meses, ainda que as alucinações persistissem, a paciente se sentia menos perturbada e suas dores, curiosamente, haviam diminuído bastante. A qualidade do sono melhorou e viu-se que traços depressivos foram amenizados. Para a cientista Peggy Bosch, que conduziu o trabalho, os resultados obtidos sugerem que a acupuntura pode ser uma ferramenta adicional para tratar a enfermidade.

A curiosidade científica está levando a outras descobertas sobre o potencial da técnica. Exemplo disso é a pesquisa feita pelo imunologista Luis Ulloa, da New Jersey Medical School (Eua). Para conferir o poder anti-inflamatório da eletroacupuntura, ele aplicou a técnica em cobaias com sépsis, doença infecciosa grave que pode causar também uma intensa reação inflamatória – esta última, na verdade, responsável por boa parte das mortes causadas pela enfermidade. “Usamos a eletroacupuntura para ativar os nervos ciático e vago e a glândula adrenal, elevando a produção de dopamina pela adrenal”, disse à ISTOÉ o cientista Juan Manuel Rico, da equipe de Ulloa. “Estudos mais atuais mostram que essa glândula não funciona bem em grande parte dos pacientes com septicemia. Vimos também que, sem ela, os ratos não reagem à eletroacupuntura”, explica Juan Manuel. O resultado foi que, a partir da estimulação dos pontos, houve a inibição da produção de substâncias do grupo das citocinas que estão associadas à inflamação.mi_2388109063319648

Um fenômeno positivo igualmente surpreendente é o que se vê na área da medicina esportiva. “A prática dá ótimos resultados tanto para recuperar atletas como para aumentar a performance física”, assegura o clínico-geral Alexandre Yoshizumi, de São Paulo. Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina e do Centro Universitário de Maringá, ambos no Paraná, endossa a afirmação do médico. Após reunirem mais de 20 trabalhos científicos com atletas de diferentes modalidades, como ciclismo, handebol, basquete e velocistas de alto rendimento, os cientistas concluíram que a prática pode ser usada para aprimorar aspectos como velocidade, força de explosão, resistência e outras capacidades relacionadas ao desempenho esportivo. Os autores da revisão vão além. Eles defendem que um acupunturista desportivo já deveria estar presente nas equipes de alto rendimento, a fim de melhorar a performance final dos atletas.

Uma das explicações para esse tipo de efeito emergiu do trabalho feito pela pesquisadora japonesa Akiko Onda, da Escola de Ciências do Desporto da Universidade de Waseda, no Japão. Por quatro anos, ela estudou, em cobaias, os efeitos da acupuntura a nível molecular (na expressão dos genes) para conter a perda muscular. “Comprovamos que a técnica reduz a atrofia da musculatura esquelética, aquela que se liga aos ossos”, disse Akiko à ISTOÉ. De acordo com a pesquisadora, esse desfecho é consequência da ação das agulhas na expressão de genes associados a esse processo. O próximo passo será realizar o estudo em seres humanos.mi_23881194387283060

A exploração dos benefícios do método envolve também formas menos ortodoxas do que a conhecida introdução das agulhas. O ortopedista e acupunturista André Tsai, coordenador do curso de especialização em acupuntura da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, por exemplo, está utilizando fios cirúrgicos chamados CatGut (pronuncia-se catigu) para tratar a obesidade. A técnica está difundida nos Estados Unidos. “Insiro os fios, com a ajuda das agulhas, sob a pele, em pontos de acupuntura para ajudar no controle da ansiedade e do apetite”, diz Tsai. Como são feitos de material absorvível pelo organismo, não precisam ser retirados. “Os efeitos variam a cada paciente”, diz Tsai. “Evidentemente, o método não pode ser usado por pessoas que ainda não foram avaliadas por um médico para saber se apresentam doenças associadas ao excesso de peso”, ressalva.

A eficácia da prática contra o excesso de peso está evidenciada por várias pesquisas científicas. Entre elas, estão os resultados obtidos em um estudo publicado no jornal especializado “Acupuncture in Medicine”. No trabalho, foi constatado que a marcação de cinco pontos na orelha relacionados ao acúmulo de gordura (estariam vinculados à fome, ao estômago e ao sistema endocrinológico, entre outros) reduziu em 6% o Índice de Massa Corporal (IMC) de indivíduos com sobrepeso e obesos que participaram do experimento. Quando o estímulo foi aplicado em um único ponto (o da fome), a diminuição foi de 5,7%.

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Até áreas relegadas a segundo plano estão sendo revisitadas pelos médicos com formação em acupuntura. Na Universidade Federal de São Paulo, por exemplo, investigam-se os resultados do uso das agulhas para problemas estéticos como rugas faciais, flacidez nos braços, no pescoço, na parte interna da coxa, olheiras e cicatrizes de acne. Os ganhos são creditados à melhora da circulação sanguínea, da oxigenação e, acrescentando uma pitada de cultura chinesa, da energia vital circulante no local em consequência dos estímulos da eletroacupuntura. “Trabalhos realizados em nosso ambulatório confirmam clinicamente uma melhora na elasticidade. Indiretamente, isso mostra que ocorreu uma produção adequada de colágeno, embora isso não tenha ainda sido comprovado cientificamente”, relata a dermatologista Maria Assunta Nakano, responsável pelo Ambulatório de Acupuntura em Dermatologia do Setor de Medicina Chinesa da Unifesp. O colágeno é uma proteína fabricada pelo organismo e é responsável por dar sustentação à pele. A médica também adverte que só há benefício para rugas menos profundas.

A instituição paulista, que há três anos implantou um ambulatório de acupuntura voltado apenas para crianças, promete reforçar seu pioneirismo na área. “Em breve faremos estudos em humanos para analisar a eficácia das agulhas na prevenção de doenças em pessoas com graves problemas renais”, informa o médico Ysao Yamamura, introdutor do método na instituição.

 Fotos: João Castellano/Ag. Istoé, Pedro Dias, João Castellano –Ag. Istoé, Gabriel Chiarastelli; Rob Forman

Disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/358059_A+POTENCIA+DA+ACUPUNTURA

Acupuntura no pós-operatório de cirurgia plástica

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O Brasil é o segundo pais no mundo em numero de cirurgias plásticas por ano!!! As cirurgias estão cada vez mais acessíveis e fáceis de se realizar, porém, deve-se ter cuidados em relação ao pós-operatório, afinal o repouso é essencial para a recuperação do organismo. Algumas pessoas fazem cirurgias e logo em seguida arrependem-se por causa da dor, desconforto, inchaço, hematomas, enfim, são várias as reclamações. Mas agora trago a voces uma novidade!!! A Acupuntura no pós-operatório de cirurgia plástica. Mas, por que fazer?

Por mais simples que pareça ser uma cirurgia, ela traumatiza o corpo. O processo de cura total é longo, doloroso e traz algumas queixas como fibroses, dores, transtornos do sono e digestão e disposição energética debilitada.  Além disso, as que são realizadas no rosto deixam a pessoa afastada socialmente por cerca de um mês. Como já foi citado em alguns posts, a acupuntura visa restabelecer a força natural do organismo, portanto, pode ajudar o corpo em sua recuperação sem a necessidade de medicamentos, afinal, depois antibióticos, antiinflamatórios e anestesia, quanto menos remédios melhor!

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Os benefícios que a acupuntura traz ao paciente incluem a redução de hematomas e edemas (inchaço), diminui as dores, acelera o processo de cicatrização e melhora sua qualidade (deixando a cicatriz mais fina e menos visível), evita a formação de fibroses, promovem a drenagem linfática do organismo, proporciona o reequilibro emocional e age em distúrbios causados pela cirurgia como gastralgia, constipação, cefaleias, distúrbios do sono e ansiedade.

Quando pode ser realizada? Ate mesmo um dia após a alta hospitalar, pois nem sempre os pontos utilizados são localizados no local da cirurgia, assim, podemos reduzir o inchaço e os hematomas sem ter que retirar as roupas utilizadas no pós cirúrgico, como cintas e modeladores.

A acupuntura pode ser realizada apos qualquer cirurgia, seja ela no rosto como rinoplastias, blefaroplastias, ritidoplastias e lifting ou no corpo como lipoaspiração, lipoescultura, abdominoplastia, etc.

Enfim, o repouso e os cuidados devem ser totais após cirurgias, mesmo nos casos em que não ha dor, pois a qualidade da cicatriz e a recuperação do organismo dependem deste tempo, e todo este processo pode melhorado e acelerado com a acupuntura. Experimente!

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Por Rafaela Moura Santos

Acupuntura funciona mesmo

De acordo com a Revista Saude, estudos mapeiam seus efeitos no cérebro e revelam seu poder contra as dores e os transtornos emocionais

Se ainda havia algum ocidental desconfiado que, a exemplo de São Tomé, precisava ver para crer o resultado de uma porção de agulhas finíssimas sobre o corpo, ele provavelmente deixará suas suspeitas de lado ao saber o que andam desvendando neurocientistas ao redor do globo. Na Inglaterra, uma equipe da Universidade de York acaba de exibir, por meio de imagens de ressonância magnética, que uma espetada em um ponto da mão reduz a atividade de áreas do cérebro que regem a percepção da dor. Enquanto isso, nos Estados Unidos, um experimento com camundongos da Universidade de Rochester endossa o efeito analgésico da técnica oriental ao provar que ela estimula a liberação de uma molécula, a adenosina, responsável por aliviar o desconforto. São provas, vistas a olho nu ou sob a lente do microscópio, que permitem à ciência deste canto do mundo reconhecer o que os sábios chineses já apregoavam sobre o método que ganha milhões de pacientes no Brasil e no resto do Ocidente.

“A acupuntura trabalha com estímulos em determinadas regiões do corpo que exercem um reflexo sobre outras”, explica a médica acupunturista Angela Tabosa, chefe do Laboratório de Pesquisa Experimental em Acupuntura da Universidade Federal de São Paulo. “Essas respostas são, por sua vez, intermediadas pelo sistema nervoso”, completa. É que as agulhas inseridas disparam impulsos que viajam pela rede nervosa até provocarem reações no cérebro. Esse mecanismo é imediato e, por interferir na massa cinzenta, surte efeitos mais duradouros. “A técnica tem uma ação sobre a musculatura, ajudando-a a relaxar, e incita, na medula, a produção de substâncias que inibem a passagem dos impulsos dolorosos”, conta Dirceu de Lavôr Sales, presidente do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura. “No cérebro, ela induz a liberação de neurotransmissores com função analgésica e outros por trás da sensação de bem-estar.” Dessa forma, alfinetam as dores, espetam, ou melhor, espantam o estresse e ganham papel de protagonista ou ator coadjuvante no desarme de uma lista de problemas.

Para botar no papel todas as indicações da acupuntura, seria preciso preencher um extenso pergaminho da China antiga. As agulhas, é claro, não são uma panaceia, mas surpreendem até os olhos céticos. Em uma experiência com ratos que sofreram lesões na coluna vertebral da Universidade Kyung Hee, na Coreia do Sul, por exemplo, os animais que foram submetidos às espetadas se recuperaram e voltaram a andar mais cedo do que os bichos livres das picadas. A acupuntura coibiu inflamações e impediu, assim, a destruição progressiva de células nervosas da coluna. É esse poder anti-inflamatório, aliás, que garante à terapia lugar de destaque no combate a asma, dores crônicas…

Outra virtude da técnica é equilibrar as emoções, debelar a ansiedade e o desânimo e reforçar o adeus aos vícios. “Ao modular a ação da dopamina, um neurotransmissor ligado ao prazer, o método ajuda a suprir a necessidade da droga”, explica Angela Tabosa. Nesse sentido, até a obesidade entra na dança. “As agulhas auxiliam a reduzir a compulsão por comida”, afirma a pediatra e acupunturista Márcia Yamamura, coordenadora do Centro de Estudo e Pesquisa da Medicina Chinesa, em São Paulo.

As picadas prestam serviço a todas as idades e se revelam generosas às gestantes. Um trabalho da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, aponta que elas aliviam a depressão durante a gravidez. “É uma forma de estimular o organismo a fabricar neurotransmissores como a serotonina, em baixa no distúrbio”, explica Dirceu Sales. “Na gestação, a acupuntura também minimiza as náuseas, a azia, a insônia e as dores nas costas”, enumera o médico acupunturista João Bosco Guerreiro da Silva, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, no interior paulista.

Mesmo quem não guarda no ventre uma criança ou está são e salvo de doenças pode tirar proveito das agulhas. “O ideal é que elas fossem usadas de modo preventivo, afastando um problema antes de ele se manifestar”, opina Angela. Como abafam o estresse, também derrubam o risco de ficar de cama. A garantia de tanto benefício depende, vale frisar, de um terapeuta qualificado. “É um tratamento que deve ser ministrado apenas por médicos e dentistas, que conhecem anatomia e têm capacidade de fazer diagnóstico”, avisa Sales. “A acupuntura só é contraindicada quando o profissional não sabe usá-la ou desconhece recursos terapêuticos melhores para o paciente, permitindo, assim, a postergação de problemas que podem ser fatais”, alerta Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura. Do contrário, está liberada para entrar em cena, isto é, na sua pele.


Aplicações com o aval da medicina ocidental

• alergia
• asma
• dor de cabeça
• dor nas costas
• doenças das articulações
• hipertensão
• fibromialgia
• dores musculares
• gastrite e refluxo
• síndrome do intestino irritável
• constipação
• tensão pré-menstrual e menopausa
• depressão e ansiedade
• gravidez
• sequelas de derrame
• doenças da pele
• obesidade
• endometriose
• insônia
• distúrbios hormonais
• efeitos colaterais da quimioterapia


Para todos os gostos
Conheça as principais variações do método. Os pontos utilizados são os mesmos, mas nem sempre há necessidade de agulhas

Eletroacupuntura
As agulhas são conectadas a um aparelho que emite correntes elétricas. A ideia é que os estímulos mais intensos possam acelerar a resposta à terapia. A técnica é recomendada no tratamento de dores agudas.

Raio laser
O aparelho é direcionado aos pontos onde seriam inseridas as agulhas. Os terapeutas costumam recorrer a esse método em crianças e no caso de pessoas que têm pavor das espetadas.

Moxabustão
O estímulo é feito por meio do calor, obtido com a queima de uma planta, a artemísia. Pequenos bastões acesos são aproximados das regiões que tradicionalmente receberiam as picadas.

Por sistemas
São as versões que priorizam partes do corpo para conseguir respostas sobre todo o organismo. Entre as mais famosas, estão a auriculopuntura, que usa pontos na orelha, e a craniopuntura, que se vale do couro cabeludo.


Uma técnica, vários usos

No dentista
A acupuntura pode ser requisitada antes ou depois do tratamento dentário, diminuindo o nervosismo ou possíveis dores mais tarde. É coadjuvante no controle de problemas de oclusão.

No esporte
As agulhas são convocadas para minorar dores musculares, ajudar na recuperação das lesões e aperfeiçoar o desempenho do atleta.

Na anestesia
Como tem um efeito sobre a medula, a acupuntura corta, temporariamente, a transmissão dos estímulos dolorosos. Por enquanto, é mais empregada em procedimentos de pequeno porte.

Materia disponivel em http://saude.abril.com.br/edicoes/0326/medicina/acupuntura-funciona-577593.shtml

Um fim para as gorduras localizadas

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Quem gosta de gordurinhas sendo apertadas pelas roupas ou a mostra na piscina? Acho que ninguém não é mesmo? Para resolver este problema sem precisar se submeter a cirurgias plasticas, a acupuntura pode ajudar bastante.

A gordura localizada é um depósito de tecido adiposo em determinadas partes do corpo e pode ser causada pelo excesso de gordura corporal ou pela ação hormonal. Estas células tem a capacidade de armazenar triglicerides quase puros, e o pior, a quantidade pode chegar ate 90% do volume da própria célula. O local mais comum de armazenamento de gordura é a região abdominal, e pode estar relacionada à intolerância a glicose, alterações no perfil do plasma e hipertensão arterial.

Os tratamentos clássicos para combater a adiposidade abdominal são as intervenções cirúrgicas (lipoaspiração e abdominoplastia) e a dieta alimentar. A eletroacupuntura consiste na aplicação de estímulos elétricos diretamente na área acometida através de agulhas, trabalha não só a alteração estética corporal, mas também o desequilíbrio que os gerou. Dessa forma, além de promover a melhora estética desejada, obtém-se também a harmonização dos órgãos e sistemas relacionados, ajudando na manutenção do resultado.

O tratamento da gordura localizada através do método da Acupuntura Estética é praticamente livre de riscos, ao contrário dos procedimentos cirúrgicos invasivos sob anestesia e a aplicação de químicos, o tratamento é seguro e os resultados são satisfatórios.

Como e realizado o tratamento

Primeiro a região a ser tratada é delimitada, são colocadas  as agulhas, e, nelas, é acoplado o estimulador elétrico. Esta  estimulação na região leva a quebra das células de gordura; o que foi comprovado por mim e colaboradores, em um estudo em que as pacientes foram submetidas ao exame de ultrassonografia antes e após a estimulação ser realizada. Através do exame ficou claro que a camada de gordura foi reduzida.  Alem da quebra das células de gordura, a circulação sangüínea na região é aumentada e o metabolismo é acelerado, com isso, a aparência e textura da pele sofrem grande melhora. A estimulação é realizada por cerca de 30 minutos.

Em seguida, é realizada a ventosaterapia, em que a ventosa é deslizada por toda a região, e, para finalizar a sessão, é feita a drenagem linfática, para auxiliar na eliminação das células que foram destruídas.

Além dos pontos colocados na região, são punturados pontos distantes, que tem a função de equilibrar o organismo acelerando o metabolismo e regulando a fome, a sede, facilitando a digestão e diminuindo a retenção de líquidos. São utilizados também os pontos na orelha para controlar a ansiedade e a compulsão ao comer.

Enfim, você já se preparou para o verão? Ainda há tempo!!! Experimente a acupuntura estetica!

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Por Rafaela Moura Santos

Ansiedade

A ansiedade é uma reação normal ao estresse, funciona como uma defesa do organismo aos estímulos do ambiente; mas quando esta reação se torna constante, pode ser considerada uma doença. Existem varias formas de transtornos de ansiedade, como: distúrbio de ansiedade generalizada, distúrbio de panico, distúrbio obsessivo compulsivo, distúrbio de estresse pós-traumático, fobia social e fobias especificas; porém todos estes apresentam sintomas comuns como medo, preocupação e apreensão excessivos e irracionais. O mais comum em nossa sociedade é o distúrbio de ansiedade generalizada, onde a pessoa tem uma preocupação incontrolável e excessiva com coisas corriqueiras, que pode ser acompanhado de distúrbios depressivos e abuso de substancias.

Sintomas físicos

Apesar do distúrbio da ansiedade ser de caráter mental, ele pode causar:

  • Tensão muscular
  • Suor
  • Náusea
  • Frio, mãos úmidas
  • Dificuldade de engolir
  • Desconforto gastrintestinal ou diarreia
  • Irritabilidade
  • Cansaço
  • Insonia

Lembrando que o diagnostico é feito quando alguns destes sintomas estão presentes na maior parte do dia da pessoa por pelo menos seis meses.

A ansiedade na Medicina Chinesa

Na Medicina Chinesa, a ansiedade pode ser causada pelo excesso de pensamentos e preocupações e estresse emocional, que inclui raiva, raiva reprimida, preocupação, frustração, ressentimento, culpa, vergonha ou choque, que esgotam a energia e fazem com que ela fique estagnada e não consiga fluir pelos seus canais, causando um desequilíbrio.  Além do estresse emocional, outras causas da ansiedade são a constituição corporal,  dieta irregular e sobrecarga de trabalho. A constituição corporal é uma propensão que a pessoa possui em desenvolver a ansiedade e que pode ser observada em outros membros da família, a dieta também é considerada porque o excesso de pensamentos esgotam a energia, e parte dela vem dos alimentos, portanto uma boa alimentação essencial, e por fim a sobrecarga de trabalho é importante por agravar o esgotamento da energia.

O tratamento da ansiedade pela Acupuntura

Como existem vários transtornos de ansiedade e diferentes causas para cada tipo, a forma de tratamento varia para cada paciente dependendo de sua avaliação. Mas como existem sintomas comuns, os objetivos comuns do tratamento incluem a utilização de pontos que tonifiquem as energias que foram esgotadas, que diminuam as energias em excesso e pontos para a desobstrução dos canais em que a energia esta parada. Além das agulhas também podem ser utilizadas a ventosaterapia, que é a colocação de ventosas em determinados pontos para desestagnar a energia, a moxaterapia, que é a utilização da moxa (feita de artemísia – uma planta medicinal chinesa) na região dos rins para aumentar a energia e a auriculoterapia, que é a colocação de agulhas ou sementes na orelha.

Uma pergunta muito comum é quanto tempo dura o tratamento. Não existe um tempo exato, cada pessoa reage de uma forma durante o tratamento, e o que não devemos esquecer é que a acupuntura não é feita somente para o alivio de sintomas, mas sim para a CURA da doença, por isso, na maioria das vezes, mesmo que os sintomas desapareçam, é necessário que a pessoa continue realizando as sessões, pois pode ser que o equilíbrio ainda não tenha sido alcançado.

Enfim, a acupuntura tem trazido ótimos resultados para as pessoas que sofrem do transtorno de ansiedade, pois apresenta vantagens sobre outros tratamentos, por ser uma técnica natural e sem efeitos indesejados.

Faça Acupuntura, por uma vida melhor!!

Acupuntura

Acupuntura

Moxaterapia

Moxaterapia

Ventosaterapia

Ventosaterapia

Auriculoterapia

Auriculoterapia

 

Por Rafaela Moura Santos

Pânico sob controle

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A palavra Pânico é um termo de origem grega. Segundo a mitologia, existia um deus chamado Pã, que aterrorizava as pessoas. A Síndrome do Pânico, presente em grande parte da população, causa sintomas como angústia, palpitações, pressão no peito, falta de ar, as mãos ficam geladas e uma sensação de descontrole. De acordo com relatos de pacientes que sofrem desse mal, a morte parece iminente.

A síndrome se caracteriza por um período de medo e desconforto que começa subitamente, com pico em 10 minutos, podendo durar entre 1 a 2 horas, até 4 horas. Uma sensação de perigo iminente e grande ansiedade para fugir a estas sensações, completam o quadro. Para se caracterizar o pânico em diagnóstico, é preciso que pelo menos 4 sintomas dos 13 conhecidos estejam presentes. São palpitações, dor ou desconforto torácico, sudorese, náuseas ou desconforto abdominal, tremores, tonturas ou vertigens, dispneia, despersonalização, sensação de asfixia, medo de perder o controle ou enlouquecer, medo de morrer, parestesias ou formigamentos nas extremidades e calafrios ou ondas de calor.

Existem algumas condições clínicas que desencadeiam o pânico. São quadros de hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, disfunções do labirinto, convulsões, condições cardíacas como, arritmias, taquicardias e outras. Além disso, há condições induzidas por drogas, como cocaína, anfetamina, cafeína, maconha, abstinência alcoólica.

A Acupuntura é bastante usada nos casos de síndrome do pânico, pois regula o organismo controlando a ansiedade e evitando que o quadro aconteça. Além disso, todos os sintomas associados citados acima podem ser melhorados, já que a acupuntura trata o organismo como um todo. A acupuntura proporciona também um relaxamento e alivio de tensões, melhorando as condições clinicas do paciente.

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Enfim, com a acupuntura, a qualidade de vida de todos pode ser melhorada!

Por Rafaela Moura Santos